Oi, meu nome é Victoria, Bipolar , inconstante, super conversadeira, cheia de manias, fresca, chata, pra alguns nao passo de uma "patricinha metida", pra outros eu sou o que sou, e isso basta pra me amarem mais que tudo! quase anti-social e FA DO LUAN SANTANA . Ás vezes tímida, ás vezes louca, ás vezes atirada, ou não. Não gosto de me sentir sufocada. Tenho nojo de falsidade ou qualquer coisa desse tipo. Tenho fases que nem a lua, ás vezes nem eu mesma me entendo. Hoje, quero muito. Amanhã? mais ainda :D, nao desisto do que eu quero ate conseguir, consigo tudo que eu quero muito! Não dou trabalho. Não levo desaforo pra casa, pareço boazinha, mas pisa no meu calo, pra ver só… Ás vezes sensível, ás vezes fria. Defeitos? muitos. Mas acredito que minhas qualidades superam esses defeitos. Achava que esse meu jeitinho me incomodava, mas agora vejo que é isso que eu sou, de verdade, é minha essência, meu caráter, e quer saber? Eu adoro ser assim. , se você não gosta, problema seu (:.
— Pediram pra entregar pra você. — Quem foi? — Não posso dizer, prometi que não contava. — Que lindo! — Tchau. — Espera! — O que foi? — Você me diz quem mandou esse bilhetinho? — Tenho que perguntar antes, daqui a pouco eu volto. Naquele dia ele não voltou. Alguns dias depois, durante o recreio, ele a procurou de novo, dessa vez com uma carta. Como escrevia bem, caprichou na declaração. — Tem outra mensagem pra você! — Você sumiu aquele dia… — Tive que ir embora. — Me conta quem é que me manda essas coisas lindas? — Não posso contar. — Quer ir lanchar comigo? — Agora? — É, senta aí. Conta mais sobre esse seu amigo secreto que gosta de mim… — Ah, não sei se devo. Ele não ia gostar se eu contasse… Um período letivo se passou e mais cartinhas misteriosas foram entregues. Ele era o menino mais desajeitado da escola. Ela a mais bonita. Ele mal se continha de felicidade. Ninguém entendia aquelas conversas constantes no recreio, eles cada vez mais próximos e ela dando cada vez mais atenção ao garoto. Até que um dia, ela lhe entregou uma cartinha resposta. — Pode abrir e ler. — De jeito nenhum! Meu amigo ia ficar chateado… — Leia, por favor! Ele começou em voz alta:”Querido admirador secreto, acho que não podemos mais continuar no anônimo. Sei que você teme se mostrar, mas timidez tem limite. Durante esses messes de anonimato, eu me apaixonei por você e pelas suas palavras, mas também por outra pessoa. Talvez ele nem goste de mim como você diz gostar, mas prefiro arriscar a ficar nessa incerteza. Por favor, pergunte ao seu amigo que me entrega as cartas se ele quer ir ao cinema comigo…”. O garoto corou. Dobrou a carta lentamente e, ainda sem conseguir olhar pra ela, perguntou: — Você sabia? — Desde o primeiro dia. — Que bobo eu fui, né? — É, mas eu adoro bobões desajeitados que escrevem bem. (s-uperar)
Até quando vai ser assim? Eu vou acreditar em cada palavra que ele falar, em cada parágrafo, cada vírgula, cada mentira. Sempre é assim, ele diz que gosta do meu jeito, que gosta mesmo de verdade de mim, mas quando aparece alguém melhor, eu percebo que não sou o suficiente. Sempre haverá aquela maldita frase, “Eu te amo, mas…”, eu sempre acredito. Eu sei muito bem que o que ele fez todos digam que é imperdoável, eu vou dizer que está tudo bem, mas lá no fundo nuca vai estar. Eu sempre deixo passar, finjo que eu aceito as coisas que ele faz. E sabe por que eu finjo? Por medo de perdê-lo, medo de ele não gostar mais de mim. Mas chega um dia que a gente cansa. A gente cansa de nunca ser o suficiente pra ninguém, a gente cansa de sempre estar do lado das pessoas, apoiando, dando carinho e eles não estarem nem aí. Pois é, as pessoas cansam, eu cansei. Cansei de fazer papel de otária. Cansei de ser aquela menina boba que aceita tudo calada, que fica na sua, mesmo ouvindo coisas que não a agradam. Eu realmente cansei de ser essa menina, ingênua, que todos fazem o que querem. Daqui pra frente, serei eu mesma, e as pessoas vão ter que me aceitar do jeito que eu sou, agrando ou não elas.
Cansei de me importar, correr atrás; Cansei de colocar sua felicidade à frente da minha, cansei de ignorar todos os seus erros comigo. Cansei. Eu te dei tudo que precisava, aliás, muito mais que isso. Eu te dei o melhor de mim. Quando você precisou, lá estava eu. Do seu lado. Quando você estava triste, lá estava eu, novamente ao seu lado. Com meu ombro amigo. Eu fiz de tudo para ver sua felicidade, deixei a minha de lado só pra te ver sorrindo. Dei-te conselhos, te preveni de várias “burradas”, de vários erros. Mas quem disse que você se importou com isso, não é mesmo? Você queria aqueles, que falava horrores de você. Aqueles que te fazia de gato e sapato. Que te humilhava e desprezava. Você nunca esteve conformada ou satisfeita com a única pessoa que estava do seu lado, te apoiando. Que no caso, era eu. Não foi a primeira e nem a segunda vez que isso aconteceu. Por culpa sua. As pessoas falavam que eu era burra, idiota e ingênua por continuar ao seu lado. Mas eu não me importava com o que elas diziam, pois para mim aquilo tudo era mentira. Era, né! Você errou, como todas às vezes. Eu juro que tentei ignorar de todas as formas possíveis. Mas não deu. Não teve como eu suportar o que você estava fazendo. Estava tudo estampado na minha cara. Eu fiquei muito triste e magoada. E isso só foi acumulando dentro do meu peito e como sempre eu tentava ignorar. E hoje eu já não consigo mais ignorar, não consigo suportar. Toda magoa que eu tinha escondida dentro do meu coração explodiu e agora esta exposta para quem quiser ver. Eu cansei, não aguento mais. Cansei de tentar ser a melhor para você, cansei de fazer tudo para o seu beneficio e me ver na miséria. Eu cansei de sofrer por alguém que não se mostra se importar comigo.— cismad-a
Mas se você quiser fugir, a porta está aberta. Só me faça um favor: leva tudo que possa me fazer querer você. Leva o que eu sinto. Leva as músicas que me fazem lembrar de você, leva meus pensamentos e leva uma parte do meu coração.
Uma garota, sempre lembra de um oi, de um sorriso, um abraço, um “se cuida”, mas ela lembra mais ainda de quantas vezes você a ignorou, você mentiu, você fingiu e quantas vezes ela chorou por você.